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Clubes de Futebol Podem Virar Empresas e Popularizar Apostas

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Há anos o Governo Federal busca alternativas para sanar os problemas financeiros dos clubes de futebol brasileiros.

O clube em pior situação hoje é o Botafogo. Ele deve em torno de 600 milhões de reais.

No total, os clubes brasileiros devem bilhões.

Grande parte dessas dívidas é justamente com a União e com o Governo. O restante é com ex-atletas, outros clubes e mesmo fornecedores.

A tentativa mais contundente de tirar os clubes dessa situação foi com o Programa de Modernização da Gestão e de de Responsabilidade do Futebol Brasileiro.

Conhecida como Profut, essa iniciativa, de 2015, falhou. Ela sofreu diversos desmontes e não trouxe bons resultados.

Recentemente, no entanto, surgiu nos bastidores da política brasileira os rumores sobre um novo projeto de Lei.

Esse projeto teria o intuito de transformar os clubes em empresas privadas.

Hoje essas instituições são agremiações públicas, clubes associativos. Isso complica muito nas questões financeiras.

Principalmente porque isso impede que os clubes tenham fontes de renda alternativas. Como as apostas esportivas, por exemplo.

Futebol e Apostas Esportivas

futebol brasileiro e as apostas
O futebol brasileiro ainda não lucra financeiramente com as apostas esportivas

Atualmente tem se debatido muito sobre como a nova Lei de Apostas pode ajudar os clubes de futebol.

Essas equipes poderiam, por exemplo, ganhar uma pequena parcela do valor total apostado nas partidas.

O valor, no entanto, seria pequeno, de acordo com o texto da Lei. O repasse financeiro não seria suficiente para minimizar as dívidas dos clubes.

Rodrigo Maia, atual Presidente da Câmara dos Deputados, sugere que o status dos clubes mude.

Inclusive, ele abriu diálogo com o Presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e com o Ministro da Economia, Paulo Guedes.

Para Maia, enquanto os clubes forem agremiações associativas não poderão atrair investimentos estrangeiros.

Gestão ineficiente impede investimentos

Os grandes investidores, inclusive as casas de apostas, não confiam no estilo de administração dos clubes brasileiros.

É, segundo Maia, um tipo de administração atrasado. Esse modelo primário não representa possibilidade de crescimento financeiro.

Uma vez que os clubes brasileiros se tornarem empresas privadas, entretanto, o cenário muda.

Eles poderão, inclusive, ser comprados por bilionários. Há casos de sucesso, como Chelsea, da Inglaterra, e o PSG, da França.

clubes esportivos e apostas esportivas
Roman Abramovich, bilionário russo que comprou o Chelsea

Nesses casos, com a nova Lei de Apostas esportivas, os estádios de futebol poderiam também ser espaços físicos para os apostadores.

Isso geraria renda direta das apostas diretamente para os cofres dos clubes esportivos, ao mesmo tempo que geraria ainda mais retorno financeiro ao Governo Federal.

Os estádios hoje pertencem à União. E ela cedeu grande parte das gestões desses estádios a empreiteiras.

Os clubes hoje só tem renda proveniente dos jogos de suas equipes. Os demais eventos rendem apenas para as empreiteiras.

Além disso, os clubes brasileiros têm suas marcas exploradas por casas de apostas online.

Exploração comercial que não gera qualquer retorno financeiro aos clubes brasileiros.

No cenário atual, portanto, essas instituições não possuem meios viáveis de se sustentarem financeiramente.

Bingos nos estádios pode ajudar

bingos nos estádios
Apostar enquanto assiste a um jogo no estádio pode ser uma realidade no Brasil

O Marco Regulatório do Jogo no Brasil (PL 442/1991) busca legalizar completamente as apostas esportivas no Brasil.

A principal diferença desse Marco em relação à nova Lei de Apostas é a referência ao bingo nos estádios de futebol.

Se os clubes virarem empresas privadas, poderão, a partir da aprovação do PL 442/1991, construir bingos em seus estádios.

Assim, retomariam o controle sobre suas casa e, principalmente, sobre suas finanças.

Bingos Facilitarão a Vida dos Apostadores

O PL 442 prevê a construção de bingos com capacidade para mais de 15 mil pessoas nos estádios.

De acordo com economistas, anualmente os clubes passariam a faturar mais de US$ 5 milhões anualmente com esses espaços.

As mudanças nas leis sobre apostas esportivas ainda concederiam 300 máquinas de bingo a cada estádio.

A licença para exploração da atividade seria de 20 anos, prorrogáveis por mais 20.

Mas quem mais ganharia com isso seria o apostador.

Ele poderia fazer suas apostas enquanto assiste in loco ao jogo da sua equipe. Uma prática muito comum no Reino Unido.

Claro que tanto a nova Lei de Apostas quanto o PL 442 só farão diferença no futebol brasileiro se os clubes se tornarem empresas privadas.

E projeto pensado por Rodrigo Maia ainda precisa ser apresentado aos Deputados, ao Senado e à Presidência da República.

Resta agora aos clubes e aos apostadores aguardarem por novidades do Governo.

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