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Sites de Apostas Podem Ter de Pagar Betting Rights ao Brasil

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O Futebol brasileiro está prestes a sofrer mudanças drásticas. Senado, Câmara, CBF e Governo Federal debatem a reformulação do esporte.

A principal transformação que a modalidade pode sofrer no país é a alteração do status dos clubes brasileiros.

Hoje eles são agremiações associativas ou entidades sem fins lucrativos. A ideia é transformá-los em sociedades anônimas ou limitadas.

De forma resumida, volta-se a atenção hoje para a tentativa de transformar os clubes de Futebol em empresas.

O nome principal por trás desse projeto é o Deputado Federal Pedro Paulo, que conta com o apoio do Presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

A intenção de Pedro Paulo é dar melhores condições financeiras aos clubes de Futebol.

De acordo com o projeto, ao deixarem de ser entidades sem fins lucrativos, os clubes podem ter maiores benefícios do Governo:

  • Condições de renegociação de dívidas
  • Incentivos fiscais
  • Possibilidade de entrarem em processo de recuperação judicial

Betting Rights Como Pilar do Projeto

direitos de imagem futebol brasileiro
Jogos brasileiros são transmitidos em casas de apostas sem permissão dos clubes

Pedro Paulo explicou outros benefícios que seriam oferecidos aos clubes-empresas. O principal seria a criação dos Betting Rights.

Hoje os clubes não podem receber direitos de imagem pelo uso de seus nomes por casas de apostas.

Devido à Lei Pelé, não se sabe se mesmo com a nova Lei de Apostas esportivas isso será possível.

O Deputado afirma, no entanto, que os clubes-empresas teriam direito a receber uma remuneração dos sites de apostas pelo uso de suas marcas.

O político foi taxativo ao dizer que os clubes associativos não teriam esse direito.

Os Betting Rights são um desejo de muitos clubes brasileiros. Jogar com esse benefício pode ser um trunfo do Governo.

Lembramos que a legislação brasileira atual impede que qualquer pessoa física ou jurídica se beneficie financeiramente com jogos de azar.

As mudanças na Lei, somadas à possível transformação dos clubes em empresas, poderiam melhorar completamente o futuro do Futebol no país.

Clubes Não Querem Se Tornar Empresas

clubes e os betting rights
Presidente da CBF Rogério Caboclo tenta interceder junto aos clubes pelo projeto

Em reunião ocorrida na sede da CBF no dia 3 de outubro, dirigentes de clubes recusaram pela segunda vez o projeto de lei.

Os presidentes das equipes alegam que o texto atual não se sustenta. Eles pedem que haja mais debate público a respeito dessa ideia.

Nos bastidores da CBF, contudo, há indícios de que os dirigentes não querem de forma alguma levar esse projeto adiante.

Rodrigo Maia esperava que o PL pudesse ser votado ainda em outubro de 2019. Já Pedro Paulo é menos otimista e não dá data para a votação.

Ele afirma, contudo, que tanto o Senado quanto a Câmera estão alinhados na votação do projeto. Segundo ele,

A paixão do futebol é infinitamente maior do que quando se fala de política e tem um enorme potencial. O objetivo do Projeto é esse. Dar uma contribuição”.

Situação Financeira dos Clubes Preocupa

A criação dos Betting Rights poderia ser o “milagre econômico” que os clubes esperam obter há décadas.

A situação financeira dessas entidades é mesmo preocupante. As dívidas juntas somam bilhões de Reais.

Hoje quem mais deve é o Botafogo, com uma dívida total de R$ 672 milhões. É seguido de perto pelo Atlético Mineiro e pelo Vasco, como pode ver na lista abaixo:

Time

2017

2018

1° Botafogo

654

672

2° Atlético Mineiro

542

614

3° Vasco da Gama

533

496

4° Athletico Paranaense

446

478

5° Cruzeiro

333

469

6° Corinthians

405

452

7° Fluminense

429

420

8° Palmeiras

266

420

9° Flamengo

430

418

10° Grêmio

429

350

11° Internacional

311

342

12° Santos

342

321

13° São Paulo

316

312

14° Coritiba

158

160

15° Ponte Preta

150

151

16° Bahia

150

147

17° Sport Recife

169

145

18° Figueirense

89

92

19° Avaí

66

70

20° América Mineiro

56

63

 

A ideia de transformar os clubes em empresas permitiria, ainda, maior investimento estrangeiro.

Muitos torcedores se questionam por que grandes bilionários não compram equipes brasileiras. Algo comum na Europa e nos Estados Unidos.

Uma vez que essas entidades são sem fins lucrativos, não empresas privadas, não podem ser negociadas.

A mudança de status dessas equipes iria atrair a atenção de possíveis compradores. O interesse certamente existe.

Prova disso é a quantidade de patrocínios de casas de apostas surgindo no Campeonato Brasileiro há alguns anos.

Por fim, uma vez que os clubes virassem empresas, poderiam ajudar a popularizar ainda mais as aposta esportivas no país.

Isso porque a nova legislação sobre as apostas esportivas determina que estádios de futebol poderão abrigar bingos.

Resta agora sabermos quais serão os próximos movimentos dos clubes e do próprio Governo em relação ao Futebol e às apostas.

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